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terça-feira, 5 de junho de 2012

COLOMBO "DESCOBRE" A AMÉRICA


Sempre argumento quando vejo ou utilizo títulos com a palavra descobrir, no que diz respeito ao Brasil ou América, hoje não foi diferente, mas resolvi usá-lo assim mesmo. Explico: Descobrir no dicionário significa “inventar ou atestar pela primeira vez a existência ou ocorrência; fazer conhecer”, e quando Cristovão Colombo chegou a América, Pedro Álvares Cabral ao Brasil, aqui já existiam pessoas, com seus costumes, crenças... Mas pra dar continuidade aos relatos históricos que vinha postando, relato abaixo o descobrimento da América, baseado no livro 1001 Dias que abalaram o mundo.
Em uma sexta feira, 12 de outubro de 1942, Cristovão Colombo chegou a uma ilha nas Bahamas, que imaginou fazer parte da Ásia, e batizou-as de San Salvador. A viagem que conduziu à conquista do Novo Mundo pelos europeus havia começado no porto espanhol de Palos em 3 de agosto. Colombo, que recebera do regime espanhol a missão de “descobrir e conquistar ilhas e continentes no Mar Oceano”, havia zarpado com 120 homens em flotilha formada por três pequenas embarcações – Pinta, Nina e Santa Maria – para alcançar a China e o Extremo Oriente pelo oeste.
Colombo tomou posse daquela terra em nome de Fernando e Isabel da Espanha. Logo surgiram habitantes nativos da ilha trazendo de presente fios de algodão, periquitos e tabaco. Colombo prosseguiu até o que hoje são Cuba e Haiti antes de retornar em março do ano seguinte a Palos, onde teve uma acolhida esfuziante. Sua segunda viagem, mais tarde no ano de 1493 e com uma frota de 20 navios, desbravou outros lugares do Caribe.
No começo, todos na Europa compartilhavam a suposição de Colombo que havia chegado à Ásia, e foi só quando o grande navegador avistou terras venezuelanas na terceira de suas viagens, de 1498 a 1500, que ele começou a se perguntar se por acaso não teria descoberto um novo continente. Sua última viagem, em 1500, levou-o até o golfo México, mas ele não conseguiu encontrar passagem para a China e passou o último ano de vida aposentado e esquecido na Espanha até morrer, aos 55 anos, em 1506.

Fonte: 1001 dias que abalaram o mundo.